{"id":614,"date":"2024-06-13T08:41:58","date_gmt":"2024-06-13T11:41:58","guid":{"rendered":"https:\/\/accorda.com.br\/blog\/?p=614"},"modified":"2024-06-13T08:52:46","modified_gmt":"2024-06-13T11:52:46","slug":"a-medida-provisoria-n-1227-24-e-a-limitacao-ao-direito-de-compensacao-de-creditos-federais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/accorda.com.br\/blog\/a-medida-provisoria-n-1227-24-e-a-limitacao-ao-direito-de-compensacao-de-creditos-federais\/","title":{"rendered":"A Medida Provis\u00f3ria n. 1227\/24 e a limita\u00e7\u00e3o ao direito de compensa\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos federais"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">O Governo Federal, no in\u00edcio do m\u00eas de Junho, buscou, mais uma vez por meio de <\/span><b>MP<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, <\/span><a href=\"https:\/\/www.congressonacional.leg.br\/materias\/medidas-provisorias\/-\/mpv\/163954\"><span style=\"font-weight: 400;\">ampliar a <\/span><b>carga tribut\u00e1ria das empresas<\/b><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> que atuam no pa\u00eds. Segundo o pr\u00f3prio <\/span><a href=\"https:\/\/www.gov.br\/fazenda\/pt-br\"><span style=\"font-weight: 400;\">Ministro da Fazenda<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, de modo a <\/span><b>minimizar<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> os <\/span><b>impactos<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> decorrentes da manuten\u00e7\u00e3o da desonera\u00e7\u00e3o da folha de pagamentos (medida, diga-se de passagem, essencial \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de empregabilidade no pa\u00eds).<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para tanto, pretendia-se inviabilizar a compensa\u00e7\u00e3o de <\/span><b>cr\u00e9ditos<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> de PIS\/Cofins, com outros <\/span><b>d\u00e9bitos fiscais federais<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> devidos \u00e0 Receita e \u00e0 Fazenda Nacional, ou seja, basicamente, gerando travas e limita\u00e7\u00f5es \u00e0 direito consolidado desde os idos de 2002, portanto, mais de 20 anos.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com tal medida, se buscava ampliar a arrecada\u00e7\u00e3o, uma vez que sem a possibilidade da <\/span><b>compensa\u00e7\u00e3o<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, haveria a necessidade do desembolso imediato pelas empresas nacionais de tributos que at\u00e9 a vig\u00eancia da <\/span><b>MP<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, poderiam ser <\/span><b>quitados<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> mediante o uso de <\/span><b>cr\u00e9ditos<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> decorrentes desse mesmo PIS\/Cofins.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">Contesta\u00e7\u00e3o da MP: Limite ao Uso de Cr\u00e9ditos\u00a0<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em que pese viger desde a sua publica\u00e7\u00e3o, com a necessidade claro, de vota\u00e7\u00e3o para ratifica\u00e7\u00e3o pelo Congresso em 180 dias &#8211; sob pena de perda de sua validade, de plano a <\/span><b>medida<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> foi <\/span><b>contestada<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> pela classe empres\u00e1ria.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Inclusive, mediante a\u00e7\u00f5es propostas perante o Judici\u00e1rio e, j\u00e1 com <\/span><b>decis\u00e3o<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> favor\u00e1vel \u00e0s empresas \u2013 <\/span><a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2024-jun-11\/juiz-veta-aplicacao-imediata-de-mp-que-limita-uso-de-creditos-de-pis-e-cofins\/%20.\"><span style=\"font-weight: 400;\">vide not\u00edcia publicada no Consultor Jur\u00eddico<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em que pese a <\/span><b>decis\u00e3o<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> proferida pelo Magistrado da 4. Vara Federal de Campinas, Dr. Valter Maccarone, basear-se na necessidade do respeito ao princ\u00edpio da anterioridade nonagesimal, j\u00e1 em liminar, determinou-se pela manuten\u00e7\u00e3o do <\/span><b>direito da compensa\u00e7\u00e3o <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">ampla, pondo-se em xeque a <\/span><b>determina\u00e7\u00e3o<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> da <\/span><b>MP<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dando sequ\u00eancia \u00e0s a\u00e7\u00f5es adotadas pelas empresas e o empresariado, representantes das Federa\u00e7\u00f5es de Ind\u00fastrias, l\u00edderes setoriais e parlamentares identificados com a causa realizaram in\u00fameras manifesta\u00e7\u00f5es na imprensa e buscaram, diretamente junto ao Governo em Bras\u00edlia, refor\u00e7ar seu desconforto e discord\u00e2ncia com a proposta, pressionando a Presid\u00eancia e seus ministros a formalmente sinalizar pela revis\u00e3o do documento, visto que existe risco significativo de que sequer seja apreciada pelo Congresso, podendo ser devolvida de plano por seu Presidente, Senador Rodrigo Pacheco.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Desafios na Arrecada\u00e7\u00e3o: Restri\u00e7\u00f5es e Implica\u00e7\u00f5es<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Veja que, a partir da <\/span><b>amplia\u00e7\u00e3o<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> dos gastos p\u00fablicos, e de concess\u00f5es prestadas quando do in\u00edcio do novo Governo, chegamos a um ponto onde, sem saber como cobrir o rombo gerado por tais a\u00e7\u00f5es, busca-se sob todas as formas, alternativas para ampliar a <\/span><b>arrecada\u00e7\u00e3o<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u2013 seja por meio da <\/span><b>taxa\u00e7\u00e3o<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> de produtos importados no valor de at\u00e9 U$ 50,00 (cinquenta d\u00f3lares) e que eram isentos, seja por meio de a\u00e7\u00f5es ardilosas, visando limitar <\/span><b>direitos<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> j\u00e1 consagrados, como no caso disposto pela <\/span><b>MP<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> em comento.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tanto \u00e9 assim, que a expectativa do <\/span><b>Minist\u00e9rio<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> da <\/span><b>Fazenda<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> era, com tais <\/span><b>restri\u00e7\u00f5es<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e0 <\/span><b>compensa\u00e7\u00e3o<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, arrecadar algo em torno de R$ 30 bilh\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">A\u00e7\u00e3o Empresarial em Defesa dos Direitos<\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Felizmente, o empresariado nacional agiu de forma r\u00e1pida, organizada, e na defesa do direito n\u00e3o s\u00f3 dos empres\u00e1rios, mas tamb\u00e9m de seus trabalhadores e de toda sociedade, uma vez que ampliando-se a carga <\/span><b>tribut\u00e1ria<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, a tend\u00eancia seria pelo aumento de demiss\u00f5es, de recursos para investimentos, de dinheiro injetado diretamente na economia.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O <\/span><b>direito<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e0 <\/span><b>compensa\u00e7\u00e3o<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> dos <\/span><b>cr\u00e9ditos fiscais federais<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, de forma ampla, como vigente at\u00e9 a edi\u00e7\u00e3o da MP, como j\u00e1 referido, \u00e9 direito consagrado h\u00e1 mais de 20 anos &#8211; e que deve ser respeitado para que tenhamos uma rela\u00e7\u00e3o mais est\u00e1vel e equilibrada entre Poder P\u00fablico e o setor privado.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">J\u00e1 de longa data sinaliza-se para o aumento dos gastos p\u00fablicos, e do impacto direto que poderia trazer \u00e0 economia do pa\u00eds. Buscar, como em regra se faz no Brasil, que as empresas e a sociedade paguem por isso, novamente, nunca ser\u00e1 o melhor caminho.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">Responsabilidade Fiscal e Novos Rumos: O Papel do Governo e dos Cidad\u00e3os<\/span><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 fundamental que se respeitem as regras postas do jogo, e que o Governo tenha mais responsabilidade na gest\u00e3o dos seus recursos, qualificando os seus processos de governan\u00e7a, e reduzindo gastos desnecess\u00e1rios, inclusive, propondo cortes naqueles setores menos relevantes.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o \u00e9 hora de <\/span><a href=\"https:\/\/www.congressonacional.leg.br\/materias\/medidas-provisorias\/-\/mpv\/163954\"><span style=\"font-weight: 400;\">ampliarmos a carga <\/span><b>tribut\u00e1ria<\/b><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, mas de buscarmos novos caminhos e solu\u00e7\u00f5es para problemas antigos do Brasil, que ao fim e ao cabo, sempre acabam sendo repassados ao elo mais fraco da cadeia &#8211; eu, voc\u00ea, cada um de n\u00f3s, brasileiros.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Governo Federal, no in\u00edcio do m\u00eas de Junho, buscou, mais uma vez por meio de MP, ampliar a carga tribut\u00e1ria das empresas que atuam no pa\u00eds. Segundo o pr\u00f3prio Ministro da Fazenda, de modo a minimizar os impactos decorrentes da manuten\u00e7\u00e3o da desonera\u00e7\u00e3o da folha de pagamentos (medida, diga-se de passagem, essencial \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de empregabilidade no pa\u00eds). &nbsp; Para tanto, pretendia-se inviabilizar a compensa\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos de PIS\/Cofins, com outros d\u00e9bitos fiscais federais devidos \u00e0 Receita e \u00e0 Fazenda Nacional, ou seja, basicamente, gerando travas e limita\u00e7\u00f5es \u00e0 direito consolidado desde os idos de 2002, portanto, mais de 20 anos. &nbsp; Com tal medida, se buscava ampliar a arrecada\u00e7\u00e3o, uma vez que sem a possibilidade da compensa\u00e7\u00e3o, haveria a necessidade do desembolso imediato pelas empresas nacionais de tributos que at\u00e9 a vig\u00eancia da MP, poderiam ser quitados mediante o uso de cr\u00e9ditos decorrentes desse mesmo PIS\/Cofins. &nbsp; Contesta\u00e7\u00e3o da MP: Limite ao Uso de Cr\u00e9ditos\u00a0 Em que pese viger desde a sua publica\u00e7\u00e3o, com a necessidade claro, de vota\u00e7\u00e3o para ratifica\u00e7\u00e3o pelo Congresso em 180 dias &#8211; sob pena de perda de sua validade, de plano a medida foi contestada pela classe empres\u00e1ria.\u00a0 &nbsp; Inclusive, mediante a\u00e7\u00f5es propostas perante o Judici\u00e1rio e, j\u00e1 com decis\u00e3o favor\u00e1vel \u00e0s empresas \u2013 vide not\u00edcia publicada no Consultor Jur\u00eddico. &nbsp; Em que pese a decis\u00e3o proferida pelo Magistrado da 4. Vara Federal de Campinas, Dr. Valter Maccarone, basear-se na necessidade do respeito ao princ\u00edpio da anterioridade nonagesimal, j\u00e1 em liminar, determinou-se pela manuten\u00e7\u00e3o do direito da compensa\u00e7\u00e3o ampla, pondo-se em xeque a determina\u00e7\u00e3o da MP. &nbsp; Dando sequ\u00eancia \u00e0s a\u00e7\u00f5es adotadas pelas empresas e o empresariado, representantes das Federa\u00e7\u00f5es de Ind\u00fastrias, l\u00edderes setoriais e parlamentares identificados com a causa realizaram in\u00fameras manifesta\u00e7\u00f5es na imprensa e buscaram, diretamente junto ao Governo em Bras\u00edlia, refor\u00e7ar seu desconforto e discord\u00e2ncia com a proposta, pressionando a Presid\u00eancia e seus ministros a formalmente sinalizar pela revis\u00e3o do documento, visto que existe risco significativo de que sequer seja apreciada pelo Congresso, podendo ser devolvida de plano por seu Presidente, Senador Rodrigo Pacheco. &nbsp; Desafios na Arrecada\u00e7\u00e3o: Restri\u00e7\u00f5es e Implica\u00e7\u00f5es Veja que, a partir da amplia\u00e7\u00e3o dos gastos p\u00fablicos, e de concess\u00f5es prestadas quando do in\u00edcio do novo Governo, chegamos a um ponto onde, sem saber como cobrir o rombo gerado por tais a\u00e7\u00f5es, busca-se sob todas as formas, alternativas para ampliar a arrecada\u00e7\u00e3o \u2013 seja por meio da taxa\u00e7\u00e3o de produtos importados no valor de at\u00e9 U$ 50,00 (cinquenta d\u00f3lares) e que eram isentos, seja por meio de a\u00e7\u00f5es ardilosas, visando limitar direitos j\u00e1 consagrados, como no caso disposto pela MP em comento. &nbsp; Tanto \u00e9 assim, que a expectativa do Minist\u00e9rio da Fazenda era, com tais restri\u00e7\u00f5es \u00e0 compensa\u00e7\u00e3o, arrecadar algo em torno de R$ 30 bilh\u00f5es. &nbsp; A\u00e7\u00e3o Empresarial em Defesa dos Direitos &nbsp; Felizmente, o empresariado nacional agiu de forma r\u00e1pida, organizada, e na defesa do direito n\u00e3o s\u00f3 dos empres\u00e1rios, mas tamb\u00e9m de seus trabalhadores e de toda sociedade, uma vez que ampliando-se a carga tribut\u00e1ria, a tend\u00eancia seria pelo aumento de demiss\u00f5es, de recursos para investimentos, de dinheiro injetado diretamente na economia. &nbsp; O direito \u00e0 compensa\u00e7\u00e3o dos cr\u00e9ditos fiscais federais, de forma ampla, como vigente at\u00e9 a edi\u00e7\u00e3o da MP, como j\u00e1 referido, \u00e9 direito consagrado h\u00e1 mais de 20 anos &#8211; e que deve ser respeitado para que tenhamos uma rela\u00e7\u00e3o mais est\u00e1vel e equilibrada entre Poder P\u00fablico e o setor privado. &nbsp; J\u00e1 de longa data sinaliza-se para o aumento dos gastos p\u00fablicos, e do impacto direto que poderia trazer \u00e0 economia do pa\u00eds. Buscar, como em regra se faz no Brasil, que as empresas e a sociedade paguem por isso, novamente, nunca ser\u00e1 o melhor caminho. &nbsp; Responsabilidade Fiscal e Novos Rumos: O Papel do Governo e dos Cidad\u00e3os &nbsp; \u00c9 fundamental que se respeitem as regras postas do jogo, e que o Governo tenha mais responsabilidade na gest\u00e3o dos seus recursos, qualificando os seus processos de governan\u00e7a, e reduzindo gastos desnecess\u00e1rios, inclusive, propondo cortes naqueles setores menos relevantes. &nbsp; N\u00e3o \u00e9 hora de ampliarmos a carga tribut\u00e1ria, mas de buscarmos novos caminhos e solu\u00e7\u00f5es para problemas antigos do Brasil, que ao fim e ao cabo, sempre acabam sendo repassados ao elo mais fraco da cadeia &#8211; eu, voc\u00ea, cada um de n\u00f3s, brasileiros.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":620,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-614","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/accorda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/614","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/accorda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/accorda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/accorda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/accorda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=614"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/accorda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/614\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":621,"href":"https:\/\/accorda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/614\/revisions\/621"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/accorda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/620"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/accorda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=614"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/accorda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=614"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/accorda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=614"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}