Para os investidores de plantão temos uma excelente notícia: o mercado de investimento em Créditos Judiciais vem se expandindo cada vez mais nas nossas terras gaúchas!
Segundo alguns especialistas, o nosso Estado é repleto de oportunidades para o mundo dos investimentos, pois temos milhares de processos e disputas complexas que tramitam em várias instâncias. Isso faz com que ocorra a lotação dos tribunais e, consequentemente, também, a lentidão na resolução dos casos judiciais. Seguindo esta linha, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) registrou, no final de 2020, 75,4 milhões de processos em tramitação.
Sendo assim, os investidores que adquirirem esta classe de Ativos, que chamamos de “Ativos Estressados”, estarão dando liquidez aos litigantes, assegurando ganho imediato.
Ao vender o processo, o autor da ação estará transferindo — também — os riscos para o investidor. Sendo assim, a precificação do processo e o deságio que o investidor irá adquirir, será proporcional ao risco que lhe foi assumido e ao tempo de duração previsto para o término da ação.
Ativos Estressados
Os Ativos Estressados formam-se por dívidas de companhias que não puderam honrar os compromissos em razão das dificuldades financeiras, ou seja, estes Ativos são “estressados” porque o seu valor foi impactado negativamente em virtude de circunstâncias, sejam estas internas ou externas.
Como a inadimplência não tem caixa postal, esses Ativos podem ser encontrados em diversos segmentos. Sendo assim, uma dívida que não foi paga pode ser uma moeda de troca e — quem sabe — um bom negócio para quem a tem.
Um exemplo simples de como isso funciona: A contrata um empréstimo de R$100 mil por três anos, no entanto, três meses depois, A perde o emprego e para de adimplir as parcelas do acordo. A fica muito preocupado e tenta passar a dívida adiante, mas por 10% do que ele teria ganhado, caso tivesse honrado o seu compromisso. E agora D entra em cena e compra a dívida, esperando que futuramente irá receber mais pelo investimento.
Portanto, o credor se beneficia com o recebimento do valor à vista e com a redução dos riscos do processo judicial. E o investidor, no que lhe concerne, obterá lucros superiores às aplicações financeiras tradicionais – claro, se a causa for vitoriosa.
Os Ativos Judiciais para os investidores
O investimento em Ativos Judiciais representa a possibilidade de diversificação da carteira dos investidores, pois o retorno não depende das condições do Mercado, tal como outros meios de investimentos dependem, como a Bolsa, Câmbio, Títulos Públicos e Privados.
E justamente por conta da alta taxa de tramitações judiciais no Brasil que os investimentos nesses Ativos vem aumentando. Isso se dá pois os credores não suportam mais o longo tempo de espera para o recebimento de suas quantias e a saída que encontram é vender os seus créditos.
Por conta disso, as Cessões de Crédito acabaram tornando-se comuns no mundo brasileiro de investimentos.
Deseja saber mais sobre as Cessões de Créditos e os Ativos Judiciais? Leia: Ativos Trabalhistas e cessão de crédito: entenda como funciona esse investimento.
Sabemos que esse tipo de investimento vem sendo destaque no Brasil e em nosso Estado cresce cada vez mais.
Brasil e suas oportunidades para os Ativos
Sem dúvidas, o Brasil é campeão em oferecer ótimas oportunidades para o investimento em Ativos Judiciais, como, por exemplo:
- A lei brasileira não estabelece limites para este mercado, logo, o credor é livre para ceder seu crédito, podendo realizar uma cessão parcial ou total, dependendo da quantia combinada entre as partes.
- Existem consideráveis números de processos em andamento no Brasil, os quais apresentam valores milionários e demandas complexas.
- O retorno que o investidor tende a receber é bem maior se comparado a outros investimentos. Isto ocorre por três motivos:
- A demora do nosso sistema judiciário — em alguns casos, os processos levam mais de 20 anos para serem encerrados com a sentença transitada em julgado.
- A necessidade dos credores em receber o que lhes é devido;
- O mercado é reduzido e pouco divulgado no Brasil, perto do potencial de crescimento — atualmente esse setor concentra-se nas aquisições de precatórios, mas pouco se fala sobre financiamento de arbitragens por parte de terceiros ou créditos oriundos de ações contra agentes privados.
- Os créditos judiciais não podem ser negociados na Bolsa de Valores, sendo assim, não sofrem as constantes desvalorizações do mercado financeiro.
- Os valores são atualizados conforme os índices de correção monetária, logo, não desvalorizam ao longo do tempo.
Deseja saber detalhadamente sobre o destaque dos Ativos Judiciais no Brasil? Leia o nosso blog: O destaque dos ativos judiciais no Brasil.
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